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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Bebés autónomos aprendem melhor






Os bebés que aprendem junto dos adultos a serem mais autónomos adquirem mais cedo fortes ferramentas cognitivas, que os ajudam a desenvolver nos campos sociais e psicológicos. Pelo menos é o que defendem investigadores canadianos, para quem o papel da mãe neste processo de aquisição de autonomia é absolutamente central.

Os pesquisadores da Universidade de Montreal mostraram que “o funcionamento executivo da criança está ligada à capacidade da mãe para apoiar a sua autonomia. Esse apoio inclui coisas como dar-lhe ferramentas para enfrentar desafios e deixá-la tentar resolver problemas sozinha, por exemplo, na realização de pequenas tarefas adequadas à sua idade”, disse Célia Matte-Gagné, que liderou o trabalho.

A investigação contou com a participação de 78 mães e filhos participaram do estudo. As famílias foram visitadas em casa duas vezes - uma quando a criança tinha 15 meses e outra aos três anos. Na primeira sessão, as mães foram convidadas a concluir atividades que eram ligeiramente difíceis para os bebés completarem sozinhas (a construção de uma torre e completar puzzles na primeira consulta e triagem de blocos na segunda). As atividades foram vídeo-gravadas para que os pesquisadores pudessem avaliar o nível de autonomia dada aos bebés: até que ponto as mães incentivavam os filhos a completarem a tarefa sozinhos ou, pelo contrário, controlavam os acontecimentos e até entravam em ação.

Os bebés foram avaliados uma segunda vez, aos três anos, utilizando uma gama de jogos adaptados que revelaram as suas capacidades de adiar a gratificação, a força de sua memória de trabalho e a sua capacidade de pensar sobre vários conceitos simultaneamente.

Os resultados mostram que as pontuações mais altas aos três anos são as das crianças cujas mães apoiaram consistentemente um comportamento autónomo dos bebés, ou seja, que os deixaram livres para tentar, errar e, eventualmente, acertar. "Este estudo levanta a possibilidade de que as capacidades cognitivas das crianças estão ligadas à promoção da autonomia por parte dos adultos e ao longo do tempo”, conclui a mesma investigadora.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Quando é que os bebés começam a recordar?






O tipo de memória que surge primeiro, a memória de reconhecimento, é a capacidade do seu bebé de reconhecer objectos após uma ausência ou um período de tempo. 
O bebé nasce, por exemplo, com a capacidade de reconhecer a sua voz, que ouvia no útero. A memória de recordação é a próxima a desenvolver, normalmente por volta dos 9 meses, e com ela o bebé recorda informação específica que o leva a agir, como quando encontra um brinquedo favorito na prateleira, ou a imitar uma acção que viu dias antes.
Finalmente, o tipo de memória que os adultos utilizam, conhecida como memória consciência de longa duração, provavelmente só se desenvolverá entre os 14 e os 18 meses. Segundo a pediatra Jennifer Shu do Children's Hospital de Dartmouth, normalmente só por volta da idade pré-escolar — 3 a 4 anos — as crianças criam memórias que irão durar até à idade adulta.

crescer sapo

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Como escolher uma creche








Saiba quais os principais critérios para escolher a creche do bebé

Quando a creche é a escolha de onde e com quem deixar o bebé, é importante que os pais selecionem critérios para decidir o local.

De acordo com a Proteste, os pais devem averiguar quais as condições do espaço e normas legais que uma creche ou jardim-de-infância devem ter. Por exemplo, é essencial que haja áreas diferenciadas para refeições, para dormir e para realizar atividades, e por grupos de idade, com boa luz natural e arejadas, bem como um espaço exterior.

«No local, converse com a direção, educadora e auxiliares de ação educativa. Peça para ver os vários espaços, as condições de higiene e segurança e equipamentos, em diferentes alturas do dia. Se não o deixarem fazer estas observações ou lhe dificultarem o acesso, risque essa creche ou jardim?de?infância da sua lista», refere num artigo da Proteste, edição 298, de Janeiro de 2009.

A mesma entidade alerta que continua a haver estabelecimentos a não respeitar a lei no número de crianças por sala e que negligenciam as condições de segurança. As creches devem estar num local de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida e para as viaturas dos bombeiros. Além disso, devem ter boa exposição solar e estar afastadas de zonas ruidosas ou poluídas. Os estabelecimentos com mais de um piso térreo são um entrave à evacuação rápida das crianças.

Outros critérios de seleção

Os pais devem ser informados sobre os projetos educativos e pedagógicos ou do seu envolvimento nas atividades das crianças. É bom lembrar que se deve verificar a licença da instituição, horários, férias e pausas. Nas paredes da escola deve constar o menu alimentar semanal, útil também para se poder compensar as refeições das crianças em casa. O regulamento obrigatório com regras internas, preçário e serviços prestados deve ser do conhecimento dos pais.

As salas devem estar divididas por idades, cada uma só pode acolher até 25 crianças e será bom verificar as dimensões da própria sala. No caso de um grupo de crianças com idade inferior a três anos, o número de meninos por sala não poderá ser superior a 15.

O equipamento educativo tem de ser variado e adequado à idade das crianças, e o recreio deve estar em bom estado de conservação.

Já no espaço interior, deve existir uma sala de atividades para cada grupo, mas também salas para ginástica, teatro, dança ou ateliês de artes plásticas.

Deve existir um espaço destinado em exclusivo às sestas, evitando que as crianças brinquem, comam e durmam na mesma sala.

O edifício da creche deve obedecer a algumas regras. A lei exige regras tendo em conta a segurança dos mais pequenos: espaços bem equipados; boa iluminação natural; tomadas elétricas protegidas; aquecimento e medicamentos fora do alcance e acesso protegido a escadas e janelas.


Ana Margarida Marques
Sapo crescer

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Até quando ele é bebé?





Difícil mesmo saber a denominação correta, até porque, para muitas mães, o filho vai sempre ter o apelido de ‘bebê’, mas existe a data certa em que a criança muda de fase, e é preciso respeitar essas novas etapas. 

Logo que ela nasce, há uma terminologia que determina esse tempo como os minutos de ouro, isso porque muitas das dificuldades pelas quais o bebê pode passar logo após o nascimento, devem ser resolvidas ainda nos primeiros minutos de vida. Neste período a nomenclatura correta empregada é de recentemente nascido. Depois disso, você ainda terá 27 dias para chamar seu filho de recém-nascido. Nesta fase, ele poderá mexer braços e pernas em ambos os lados do corpo e poderá focar objetos que estão a 20 ou 40 centímetros de distância. 

No 28º dia ele já será um bebê, ou, no termo correto, lactente. A partir de agora você e seu filho passarão a curtir mais um ao outro. Ele já conseguirá erguer um pouco a cabeça quando estiver de bruços em uma superfície plana, poderá focar um rosto e, talvez, reagir a uma campainha ou som mais alto. “A classificação a partir dos 28 dias como lactente ou bebê se dá porque é nessa fase que começa todo o desenvolvimento e comportamento que deve seguir até os 2 anos, período estipulado para a amamentação, daí o nome lactente”, explica o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, filho de Davi e Rachel. 

 Depois dos 2 anos de idade você provavelmente olhará para seu filho pensando que ele ainda é um bebê, mas a partir daí já será uma criança. E é nessa idade que começa o pleno desenvolvimento do seu filho, ele passará a distinguir o certo e o errado por meio de olhares e sinais dos pais, ele se torna mais sociável e quer ter o contato com outras crianças, além de as vontades e desejos virem com mais força e intensidade – você vai tentar fazê-lo vestir uma determinada peça de roupa, mas é provável que ele opte por outra. Continuar tratando uma criança como um bebê, com os mesmos mimos e atenções de antes, não será saudável, os pais precisam respeitar o crescimento e desenvolvimento dos filhos. E quando o tempo passar rápido demais e a saudade bater, ainda vale colocar o filho no colo e fazer um cafuné lembrando daqueles minutos de ouro. 

Consultoria: Dr. Jorge Huberman,filho de Davi e Rachel, pediatra e neonatologista.
Pais e filhos

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Mel e chá nas chupetas dos bebés

ASAE desaconselha mel nas chupetas de crianças com menos de dois anos

Mel é um reconhecido veículo de esporos de Clostridium botulinum, uma bactéria patogénica




A ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica adverte os pais para não darem mel, nem colocarem nas chupetas, a crianças com menos de dois anos, sob pena de riscos para a saúde.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Engasgar, um perigo real





Todos achamos que sabemos o que evitar para os bebés até 1 ano não se engasguem, mas para refrescar a memória, cá vai: alimentos duros como os frutos secos, alguns pedaços de fruta, carne ou peixe mais rijos (como as uvas, e também as passas), vegetais crus (como a cenoura!), e peganhentos como as pipocas, pastilhas elásticas ou rebuçados (sim, há quem dê a bebés…). À medida que a criança evolui e começa a comer alimentos com os dedos, convém cortá-los do tamanho de ervilhas (ou até uma moeda de 2 cêntimos) e escolher os mais macios, para que não se enganem e sigam pelo «canal do vento» e em vez do «canal da sopa». 
Experimente cortar alimentos em tiras finas, em vez das rodelas, mas não compridas de mais (quem não viu já um fio de esparguete meio engolido, metade cá e metade lá?) Esteja sempre perto das crianças enquanto comem, e evite comer a andar, ou apressá-las, já que é mais comum engolir antes de mastigar, e costuma correr mal.

No final de contas, se temos um aparelho que mastiga (dentes) e um que digere (estômago), para quê baralhar?


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Se o seu bebé falasse o que lhe diria?



Se o meu bebé falasse...
Alimentar, mudar a fralda, consolar, cuidar do bebé de uma forma geral. 
A relação de amor e conhecimento mútuos entre pais/filhos vai crescendo e consolidando-se ao longo do tempo. 

Se o seu bebé falasse o que lhe diria?

10 regras para quem visita um recém - nascido





As primeiras visitas ao recém-nascido requerem, sobretudo, bom senso e uma grande sensibilidade para compreender as necessidades dos pais e do bebé.

O grau de intimidade que se partilha com a família é um fator importante na gestão das visitas. Numa relação de grande proximidade, especialmente com a mãe, a primeira visita pode ser realizada ainda no hospital/maternidade. Se for em casa, é oportuno aguardar 2 a 3 semanas antes de marcar a vista.

Os primeiros dias em casa são muito exigentes para os pais, irmãos e recém-nascido. É preciso dar tempo à família para se adaptar ao bebé, criar novas rotinas e se organizar depois de alguns dias fora de casa, especialmente quanto existem outros filhos que requerem cuidados e atenção.

Alguns pais preferem impor regras para as visitas mesmo antes de o bebé nascer. Respeitar a sua vontade, o seu espaço, a sua privacidade é fundamental para que a integração do bebé na família seja harmoniosa e tranquila.

10 regras para quem visita um recém-nascido: 


1. Não aparecer em casa de surpresa nem esperar até chegar à porta para manifestar a intenção de visitar o bebé. A visita deve ser marcada com antecedência e de acordo com a disponibilidade da família, sem pressão. Evitar visitas noturnas ou interromper rotinas como a alimentação, a sesta ou o banho.


2. Qualquer sinal de indisposição é suficiente para desmarcar uma visita. A visita deve ser adiada até se estar completamente recuperado e dissipado o risco de contágio (da mãe e do bebé). Se, por este ou outro motivo, houver necessidade de adiar a visita, avisar os pais com a necessária antecedência para que se possam reorganizar. 


3. As visitas devem ser curtas. É importante permanecer apenas o tempo necessário para felicitar os pais e conhecer o bebé. Naturalmente os pais, e em particular a mãe, estão cansados e “fazer sala” ou preocuparem-se com o que vão oferecer ao lanche não os vai ajudar a recuperar energias. Os pais precisam de espaço e de tempo para se adaptarem à nova rotina, cuidar e dar atenção ao(s) irmão(s), dormir ou realizar tarefas que não conseguem cumprir com o bebé acordado. 


4. Mesmo quando não se tenciona pegar no bebé ao colo é de evitar fumar antes de fazer a visita e usar perfumes ou aromas demasiado ativos. Os cheiros intensos agridem e incomodam o bebé. 


5. Não pegar ao colo nem tirar o bebé do berço sem a prévia autorização dos pais. É importante respeitar a rotina do bebé que pode ter adormecido há pouco tempo ou estar indisposto (a fase das cólicas, por exemplo, incomoda bastante os bebés) e precisar de descansar num ambiente tranquilo e seguro. Se o bebé se mostrar incomodado quando se pega nele ao colo, não insistir. 



6. Se o bebé estiver a dormir, não deve ser incomodado e muito menos acordado. 


7. Não beijar o rosto nem as mãos do bebé. Os carinhos devem ser restritos à cabeça, pés ou barriga. Como o sistema imunitário do bebé ainda está em desenvolvimento, está mais suscetível de contrair infeções. 


8. Se estiver na hora de o bebé mamar, dar espaço e tempo à mãe para se retirar, respeitando a sua privacidade. A amamentação é um dos momentos mais sensíveis e ansiosos para a mãe no pós-parto. A experiência dos primeiros dias é determinante para o sucesso da amamentação e para que o aleitamento materno se estabeleça com normalidade. Mãe e bebé precisam de se sentir à vontade, confortáveis e confiantes. 


9. Antes de fotografar o bebé perceber se os pais se sentem confortáveis com isso. Se for o caso, não usar flash. A luz é agressiva e incomoda o bebé, mesmo que esteja de olhos fechados. Não publicar as fotografias nas redes sociais nem partilhar com terceiros a não ser que os pais o autorizem expressamente. 


10. Respeitar as rotinas da família, estar atento às necessidades, interpretar os sinais dos pais e do bebé são bons indicadores para uma visita bem-sucedida. É fundamental respeitar o ambiente, convições e circunstâncias dos pais e não contribuir para aumentar a ansiedade familiar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Como parar os soluços do bebé?

O soluço em bebé é normal, pois ocorre devido ao diafragma do bebê ainda não estar muito desenvolvido.

Assim, o que se pode fazer para parar o soluço do bebé:

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Brinquedos adequados para bebés de 12 meses


8 dicas de brinquedos 


O seu bebé está a crescer a uma velocidade recorde! E está na hora de adaptar também os brinquedos dele à sua idade, de modo a estimular ainda mais seu desenvolvimento. Aproveite as dicas que damos a seguir para adaptar suas próximas compras. Mesmo se não tem filhos, pode colocá-las em prática na hora de presentear em um aniversário ou para o natal.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Os 25 mitos da Pediatria



As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adotadas por muitos especialistas. Conheça os 25 mitos da pediatria.




Conhecimentos inéditos sobre o desenvolvimento biológico estão a revolucionar os cuidados aos mais pequenos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O sono da criança..."diz-me como dormes e dir-te-ei quem és"




Mais do que tentar consertar um problema de sono na criança, que desarranja toda uma família que no dia seguinte irá trabalhar ensonada e irritada, há que prevenir a instalação desse problema e aí é essencial a filosofia "touchpoints".

domingo, 10 de agosto de 2014

A conquista da autonomia



A conquista da autonomia pela criança é um processo natural e esperado. Mas muitos pais são atingidos por sentimentos ambivalentes de orgulho e perda. Reconhecê-los é meio caminho andado para a ajudar a crescer.



Sete da manhã e os minutos a passarem mais depressa que o costume. E é então que a criança lá de casa decide que não precisa de ninguém para se vestir, calçar, tomar o pequeno-almoço e lavar os dentes. E uma missão que o pai ou a mãe despacham em pouco tempo parece eternizar-se, enquanto o atraso se instala em definitivo. Se, por acaso, é oferecida ajuda – ou se a paciência se esgota e os ténis são mesmo calçados pelo adulto mais à mão – o resultado é, provavelmente, uma birra monumental, que adia ainda mais a saída de casa. 
Reconhece o cenário? Pois é. Chega a altura em que a criança que, até então, permitia – mais ou menos docilmente – que outros cuidassem dela decide que já é capaz e quer fazer tudo sozinha. Habitualmente, a chegada a este patamar dá-se por volta dos dois anos e corresponde à aquisição de várias ferramentas: cognitivas, comportamentais e emocionais. «Um dos aspetos essenciais para o ganho de autonomia é a motricidade fina», afirma a psicóloga clínica Madalena Resende. Ou seja, quando apertar ou desapertar um botão, pegar com firmeza numa colher ou calçar um sapato já não tem segredos, é mais que natural que a criança ache que já não necessita de ajuda, mesmo se parece demorar muito tempo. Ora quando esse tempo escasseia, os adultos caem muitas vezes na tentação de se sobrepor e ‘ajudá-la’. Para Madalena Resende, há que resistir. «É muito importante que a criança sinta que, se não conseguir, os pais não só não a vão recriminar como a vão ajudar, na altura em que ela precisar. Porém, isso é muito diferente de se sentir constantemente reprimida nos seus esforços de autonomia. Saber que os pais, ou outros adultos de referência, confiam nas suas capacidades reforça o sentimento de capacitação e de pertença àquela família ou grupo social.»
Naturalmente que acolher os esforços de autonomia de uma criança pequena está longe de permitir que ela faça tudo o que lhe apetece. «As capacidades de autorregulação são, nesta fase, bastante primitivas e é evidente que o filtro adulto tem de estar sempre presente. Não se vai deixar um bebé de dois anos empoleirar-se num sítio alto ou mexer nos bicos do fogão só porque ele quer experimentar». Por outras palavras, traçar limites é essencial não só por uma questão de segurança mas também porque «ao tornar claras regras e limitações, em suma, a autoridade, transmitem-se fronteiras no interior das quais a autonomia pode florescer. É importante que a criança saiba desde logo que, se passar determinados limites, haverá consequências».


Pais e filhos

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sons repetitivos e canções de embalar








Alguns tipos de ruído podem até favorecer o estado anímico do recém-nascido e ajudá-lo a adormecer. Segundo Fernanda Torgal, os sons rítmicos e repetitivos acalmam o bebé. «É por isso que as canções de embalar são quase todas iguais, com uma toada monocórdica que sossega», explica a pediatra. «Muitas vezes consigo acalmar um bebé com um chhhhhh....»

domingo, 3 de agosto de 2014

pesadelos e terrores noturnos ( dos 0 aos 2 anos)








São fenómenos comuns durante a infância, mas existem algumas medidas que podem ser tomadas para tentar evitá-los.